Nós Não Somos Pecadores, Nós Somos Santos

pecadores santosEu já tinha escrito o texto “E quem foi que disse que você é um pecador?“. Mas, recentemente, eu encontrei esse artigo do Kris Vallotton, pastor da Bethel Church e diretor da Bethel School of Supernatural Ministry; e resolvi traduzir e compartilhar com vocês, pois eu creio que esse é um assunto muito importante para o crescimento e amadurecimento da Igreja. Espero que vocês sejam abençoados por essa mensagem.


Você já se perguntou que se nós realmente somos novas criaturas e não batalhamos mais contra a carne, então como é que ainda pecamos? Isso significa que ainda temos a natureza pecaminosa? Deixa eu te perguntar o seguinte: Adão e Eva tinham a natureza pecaminosa quando eles caíram? A resposta é “não”. Adão e Eva provaram que você não precisa da natureza pecaminosa para pecar. Depois que Deus criou Adão e Eva, ambos macho e fêmea, Ele olhou para tudo o que fez e disse que era “muito bom” (Gn1:31). Se Adão e Eva tivessem a natureza pecaminosa, Deus não os teriam chamados de “muito bom”.

ACREDITANDO EM UMA MENTIRA

Isso mostra que tudo o que você precisa para pecar é do livre arbítrio e a capacidade de acreditar em uma mentira. Todos os cristãos possuem essa qualidade e é por isso que o apóstolo João ensinou para não nos enganarmos sobre quem nós éramos antes de sermos purificados do pecado e quem nós nos tornamos após sermos purificados:

“Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. (…) Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.” (1 Jo 1:8-9, 2:1)

João deixa claro que todos nós chegamos a Cristo como pessoas que “tem pecado” – isto é, que são propensas a pecar. Afinal, Deus só salva pecadores. Não importa quão legais, atenciosas, generosas e amigáveis as pessoas são, elas continuam inerentemente propensas a fazer errado se elas não conhecem a Jesus. Assim, a primeira forma que podemos enganar a nós mesmos é ao declarar que nós não temos pecado que precisa ser perdoado.

NOVA CRIAÇÃO

Mas o objetivo da carta de João era para que nós não pecássemos, o que só é possível se a purificação que recebemos de Cristo removeu a nossa antiga propensão ao pecado. Isso é o que a experiência de batismo como nova criação nos fez. Nossa antiga natureza se afogou, e nós saimos da água com um novo espírito, um espírito que clama: “Abba Pai!”. No mais profundo do nosso interior, nós agora somos pessoas incríveis que amam de forma inerente e que desejam pelo Pai celestial, assim como Jesus deseja. Não há nenhum mal intrinsecamente presente em nós. Temos o coração dos Ceús.

Na verdade, Deus tem feito tanto para nos preparar para uma vida santa que se (não quando) nós pecarmos, nós realmente precisaremos de um advogado para ajudar a defender o nosso caso. Assim, depois de termos confessado os nossos pecados, a segunda forma que podemos enganar a nós mesmos é ao dizer que nós conhecemos a Deus enquanto ainda praticamos o pecado. E uma das melhores formas de fazer isso é abraçar a crença de que nós ainda somos pecadores por natureza. Se nós acreditarmos que somos pecadores, vamos continuar a pecar.

NÃO MAIS PECADORES

É por isso que João nos ensinou a acreditar que nós não vamos pecar quando aprendemos a permanecer em Cristo. Ele escreve: “Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu (…) Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado porque é nascido de Deus.” (1 Jo 3:6,9)

Wow! Essas palavras são fortes. “Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado”. Essas passagens realmente direcionam ao ponto ao qual eu quero ir: todos nós que conhecemos a Deus não estamos em guerra com a carne. Nós não somos mais pecadores. Mas nós temos, sim, um inimigo mal que é um pecador. Ele está continuamente acusando o Corpo de ter a sua própria natureza perversa. Ele está tentando nos fazer acreditar nele, e nos fazer esquecer quem realmente somos e de nos desqualificar do nosso destino divino de colocá-lo debaixo de nossos pés.

NÓS PODEMOS ESCOLHER PECAR

Deixa eu ser claro que eu não estou dizendo que nós nunca escolheremos pecar ou nunca vamos precisar nos arrepender depois que termos nascido de novo. Como eu disse, tudo o que precisamos para pecar é do nosso livre-arbítrio e a capacidade de acreditar nas mentiras do inimigo, e os cristãos possuem ambos. Podemos de fato escolher o pecado, e consequentemente precisamos de arrependimento. O que estou dizendo é que nós não pecamos naturalmente porque nós não temos mais a natureza pecaminosa que é casada com a Lei. Nossa antiga natureza foi crucificada com Cristo, nós somos novas criaturas casadas com Cristo em uma Nova Aliança.

A vida cristã normal não é pra ser um exaustivo combate com um homem morto, mas é uma vida abundante e cheia de alegria com Deus, temperada com uma temporada ocasional de uma forte resistência do nosso inimigo.

Texto original: We are not sinner, we are saints.

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Eu tenho certeza de que ele pode impactar alguém que você conhece!

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